sexta-feira, 25 de junho de 2010
Incoerentemente Frágil
È comum as vezes querer se revelar, se mostrar forte diante de um mundo cego, o ego se revela mais que os sentimentos e estamos diante de uma redenção pós dramática, a língua se solta da boca, e fala coisas que nem mesmo você é capaz de entender, as vezes por questão de minutos paro, penso e olho com vontade de soltar toda essa realidade sínica de absolver tudo se regurgita é incomum e não se vê por ai alguém escrevendo constantemente sobre, vida, morte, dor e amor e as vezes você perde o tempo vendo seu programa favorito mais não perde seu tempo olhando ao seu redor e ver que o mundo é um pouco mais que você, que isso tudo que você vive, você é cego, não vê, pois tu não está no escuro, está na presença da luz pois há tanta luz que impede de você ver o que acontece ao seu redor, tudo é muito simples e objetivo, mais você insiste em complicar, olhe nos seus olhos no espelho, tente entender você tente ser decisivo, não há razão para estarmos aqui, porque da minha vida eu sei porque estou aqui, é sético o senso de humor contido no canto dos teus lábios e tente ao menos entender que viver e apenas o começo do aprendizado que termina na sua morte, pois não há vida sem reflexos de juz ao acaso, não haverá vida sem ser imparcial aos teus sentimentos, isso é apenas uma nota de visões turvas sobre sentimentos internos nem o mias comum dos personagens da ficção se diria o tal, não há vida sem arte, pois eu sou a arte.
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