sábado, 11 de setembro de 2010

Encomendas, Sobre Opiniões: Questão ?

Escrevo um canção, apenas um canção, falando sobre rosas sobre o chão da sala, pois o vento lá fora assopra, frio e intenso, não se ouve gritos, apenas sussurros, lamentos de pessoas que não conseguiram se expressar, não vejo casa, vejo uma simples flor que nasce em meio ao caos, o comodismo inquietante, incomoda os importunos e aquece novos amantes, a poeira está em baixo do tapete da sala, ainda ouço um som, doce é o amargo de se deliciar vendo os carros passando um a um, enquanto minha musica toca, sinto que estou sozinho e ninguem me vê, não procuro mais, não acho mais e nem vejo apenas sinto, aprendi a sentir mais e falar depois, agir ao invés de me silenciar no canto. as flores ao seu redor só serviram para amortecer tua queda, e as rosas ao lado eram pra te sangrar, pois só encontrará paz na dor e a vida é cheia de penitencias, aborrecida com o mundo ela se matou, a agonia e a aflição foram juntas com a morte prematura, de uma vida? Não estou falando de uma pessoa estou falando da esperança escondida a cada sentimento vulgar, são só palavras aceito tua ingratidão, mas não me venha com dissimulação, fingindo como se nada tivesse acontecido, porem eu; caro, louco e estranho homem não sei mais como agir, estou mais humano e menos perspicaz, mais ferro e menos plástico, pra não dizer que as rosas não cairam, estou com a mesma gravata velha, o mesmo corte desleixado, e o mesmo sorrido idiota escrotizando as brincadeirinhas legais dos meus "amigos", sou eu e minha idéias, só e ponto, não discuto ipocrisia, me sinto tão grande quando fico sozinho, bem já disse sou eu e meus problemas, eu cuido da minha propia vida.
As rosas não te fazem sangrar, os espinhos dela te libertará.

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