quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Meu Mal

Levemente sinto o vento frio cortando meu rosto, as luzes da cidade incendeiam meu olha critico sobre toda essa monção, não vejo nada nem sinto nada, poderia ser melhor, eu poderia ser melhor, mas não sou melhor.
Poderia ser atrevido, poderia ser mais insistente, poderia ser mais cool, poderia ser mais você e menos eu, muito mais que tudo e muito menos que nada, poderia ser cego e passa e não te olhar, poderia ser livre e voar pra onde quer que você vá, poderia ser sonhador e sorrir nos teus braços mais não sou teu calor nas noites frias.
A realidade é que não sou isso, eu sou o preto e branco, sou a interrogação composta na tua frase irônica, sou o veneno que escorre na tua boca, sou a sombra que está atrás da cortina, o fluxo constante da sua duvida, quem sou eu ?
O semblante mais frio nas noites de inverno, e o tapa na tua cara de desgosto e raiva, pena que não represento nada disso, então porque eu sou apenas eu ? Quem sentirá falta, quem ? E sentir ? Sentir algo a mais, é faz muito tempo, tanto tempo que já nem me lembro mais.
E quando eu penso demais, o tempo já passou ele não espera mais, você dizia do meu mal...sempre dizia do meu mal...

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