segunda-feira, 18 de abril de 2011

All About my Dreams

A principio podemos nos dar ao luxo de dizer que nossa familia, nossa casa nos conforta, lá temos toda a segurança, aos braços de quem no acolhe, porque ninguém vive só, ninguém pensa como seria tua vida sem uma desconexão de tudo aquilo aquilo que te estruturou até hoje, ou se pensa não quer saber de vivencia-lá.
O que me deixa aqui, são os motivos, ah sempre motivos e razões, e aquelas velhas mentiras é o que te prende aqui?
Na verdade eu sei o que prende a tua vida a essa monotonia, o que te prende é o que te enfraquece por dentro, e o medo da derrota te consome a cada dia que passa, e enquanto você procura a quem recorrer, eu recorro a mim, só meus pensamentos, eles estão mais quentes que o teu inverno com outro alguém, ele que te completa, ninguém faz as despedidas, quem liga pra isso?
Quem me dera houvesse um trem pra mim voltar ao infinito, do lugar onde eu não deveria ter saido, as coisas sempre se complicam ao longo do tempo em que conhecemos um mundo caótico. Queremos ser, médicos, advogados e juízes, professores o problema é que não há trem que te leve pra nenhum desses destinos, porque não há caminhos já traçados na vida, quem traça essas rotas é você mesmo, e se houvesse um trem pra esses destinos, quem saberia que eles seriam certos, qual estação você desceria?
Sempre achei um meio pra tudo, mais quem dirá os meios certos para poder viver em paz?
Sempre questionando esses fluxos de vida, sempre alertando sobre os perigos no meio de uma vida turbulenta, isso nunca para, sempre volta. Ninguém me diz adeus, ninguém diz tchau na janela.

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